The Art Of

Romain Van den Bogaert

Hoje vamos mostrar o trabalho incrível do artista francês Romain Van den Bogaert. Nascido em 1987, autodidata, estuda anatomia regularmente há mais de uma década, mas mesmo com todo seu talento só decidiu ser um escultor profissionalmente há poucos anos, com Phd em Ciência do Solo, Romain reconsiderou sua carreira devido ao seu amor pela escultura e está fazendo muito sucesso.

Suas esculturas vão de fantasia à culturas do mundo. Romain é um observador, e assim ele obtém a inspiração de suas esculturas, através da postura das pessoas, animais e criaturas, criando peças que tenham história, cenários e motivações, e conseguimos perceber isso através até de suas esculturas mais sutis e delicadas.

Trabalha com vários tipos de material, para grandes tamanhos e sketches rápidos usa o soft clay, para esculturas menores ou produção prefere o firmclay, cada material tem sua especificidade e usa poucas ferramentas, normalmente feitas por ele próprio.

Em uma entrevista para a revista 3D creative magazine afirmou “A chave é aprender se divertindo! A dica que posso dar é valido tanto para a escultura tradicional quanto para a digital.(…) Não precisa de muito para começar: um bom livro de anatomia, clay, ferramentas e é só começar! A natureza é perfeita – sempre tente chegar perto dela. Trabalho com muitas referências, e penso que se você tem a oportunidade de trabalhar commodelos vivo, não hesite! Nunca sobrecarregue detalhes no começo, tente quebrar, em sua cabeça, peças complexas em formas simples, até chegar nas mais trabalhadas. O espelho é aquele péssimo amigo que aponta o dedo para os erros que cometemos, na prática, olhe constantemente em todos os ângulos da sua escultura para conseguir os volumes 3D corretos.

Temos que encontrar um bom balanço: sempre finalizar projetos, 
mas não hesite em parar quando eles não estão em uma boa linha. Geralmente vejo pessoas talentosas que jogam ora ou desistem logo que algo dá errado, ou quando não estão imediatamente satisfeitas com o resultado. No outro extremo, pessoas persistem num projeto que está ruim, nos dois casos o processo de aprendizagem não está sendo efetivo.”

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